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Marcas pernambucanas brilham com peças produzidas para a São Paulo Fashion Week

Ateliê Masí e Ateliê 26 – que fizeram parte de incubações do NTCPE – participaram da semana de moda mais famosa do Brasil em colaboração com estilistas de Pernambuco e Bahia

Duas marcas pernambucanas participantes do Programa de Incubação do NTCPE (Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil e de Confecções em Pernambuco), através do Marco Pernambucano da Moda, participaram, em colaboração com estilistas, da São Paulo Fashion Week, neste mês de abril: O Ateliê Masí, das sócias Marcella Pedrosa e Silvania Carmo, e o Ateliê 26, de Bianca Rodrigues. Ambas estiveram presentes na SPFW N59.

O Ateliê Masí fez parceria com o estilista pernambucano Walério Araújo que apresentou, em sua coleção, um vestido todo bordado na maxi casa de abelha e algumas bolsas, em collab com a marca Guarda Mundo, compostas por textura também em casa de abelha, no couro. A parceria do Ateliê 26 foi com a marca baiana Dendezeiro, dirigida por Hisan Silva e Pedro Batalha. Para o desfile na SPFW, a marca pernambucana produziu bolsas e uma capa modeladas, cortadas, costuradas e finalizadas por Bianca Rodrigues.

Marcella Pedrosa, do Ateliê Masí, destaca que participar da SPFW foi, sem dúvidas, a realização de um sonho. “Enquanto diretora criativa de uma marca de moda autoral pernambucana, sei das dificuldades que muitas vezes temos em transpor barreiras regionais e de visibilidade, de modo que estar em um evento de moda nacional desta grandeza, trazendo peças trabalhadas e feitas manualmente com técnicas ancestrais, é romper com essas limitações e mostrar que a moda nordestina é rica, diversa e forte”. A sócia Silvania Carmo reforça que a SPFW é uma realização profissional. “É vivenciar o sonho de conhecer o trabalho de outros profissionais de moda, ver de perto o resultado de uma produção de moda perfeita. A SPFW provoca reflexões e celebra a moda e a cultura brasileira”.

Já Bianca Rodrigues, do Ateliê 26, detalha que o relacionamento com a Dendezeiro começou em setembro do ano passado. “Pedro viu vídeos do meu trabalho e gostou muito da forma como desenvolvo e mostro meus projetos, que, até então, eram bolsas mais clássicas e autorais. Depois de fechar a agenda de encomendas e trabalhar apenas com pronta entrega, ele perguntou se eu tinha interesse em produzir para a SPFW do final do ano passado. Eu achava que não conseguiria criar qualquer bolsa, pois não atuava como modelista para outras pessoas, apenas para mim. Faltavam 30 dias para o desfile e a referência que ele me passou foi a de um tatu. Foi muito desafiador, mas, após 11 dias e muita troca de ideias, eu consegui chegar para ele com a versão final. Foi maravilhoso ter a aprovação e, sem dúvidas, uma recompensa muito boa de seis anos de caminhada que eu venho trilhando com o ateliê”.

A importância da Incubação – O conjunto de ações integradas voltadas à estruturação e ao desenvolvimento de promissores negócios de moda, nas esferas local e nacional, desenvolvido pelo NTCPE tem sido fundamental para o crescimento do Ateliê Masí e do Ateliê 26. “O programa no Marco Pernambucano da Moda nos trouxe uma base firme e um suporte importante em cada etapa da construção profissional de nossa marca, o que proporcionou um fortalecimento, inclusive, no relacionamento com a Dendezeira”, ressalta Bianca Rodrigues. “Participar da Incubação foi decisivo e fundamental para chegarmos até aqui enquanto empresa, de forma segura, consciente e concreta. À medida em que as consultorias foram acontecendo, desenvolvemos toda a estrutura necessária para começar o negócio, desde o branding da marca até o produto final da coleção inaugural”, destaca Marcella Pedrosa. A Incubação, além de ser uma ferramenta de estímulo ao empreendedorismo em Pernambuco, também conecta diferentes atores ligados ao segmento no estado, como o setor empresarial, a esfera pública e as Instituições de ensino superior.

Marcas do Agreste e RMR representam Pernambuco na 58ª FIT 0/16

Iniciativa do NTCPE e Sebrae PE leva dez empresas de confecções para a maior feira internacional de moda infantojuvenil e bebê, que acontece em São Paulo

Empresas de confecções de Pernambuco viveram uma experiência enriquecedora, tanto em se tratando de desenvolvimento e visibilidade de marca quanto de realização de novos negócios. Por meio de uma iniciativa do NTCPE (Núcleo Gestor da cadeia Têxtil e de Confecções em PE) com o Sebrae/PE, dez marcas participaram, em São Paulo, da 58ª FIT 0/16, a maior feira internacional de moda infantojuvenil e bebê da América Latina, que aconteceu de 27 a 29 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

“A proposta dessa iniciativa conjunta com o Sebrae/PE foi a de fortalecer o setor de moda pernambucana para crianças e pré-adolescentes em âmbito mundial, tornando-as reconhecidas pela alta qualidade dos produtos e mais competitivas em um mercado que tem um crescimento exponencial”, ressalta Pedro Miranda, diretor-presidente do NTCPE.

As marcas Pingo de Gente (Paulista), Java Baby (Bezerros), Pibiti (Brejo da Madre de Deus), KRN Kids (Cupira), Pithbet Kids (Santa Cruz do Capibaribe), Turma de Meninas (Surubim), Tatu Caju (Caruaru), Boneca de Barro (Caruaru), Flor de Menina (Caruaru) e Lico Lica (Caruaru) tiveram a oportunidade de apresentar seus catálogos de roupas produzidas para o público de 0 a 16 anos a varejistas e atacadistas de vários estados brasileiros e também de outros países.

Emília Pontual, proprietária da Lico Lica, que atualmente participa do Programa de Incubação do NTCPE, afirma que expor em um evento tão grandioso tornou-se um marco para a empresa: “é um orgulho imenso mostrar o nosso potencial têxtil, captando clientes do Brasil e de outros países, que são clientes potenciais. Estamos muito felizes e agradecidos ao NTCPE e ao Sebrae/PE por acreditar no nosso trabalho”.

Para Pietra Lemos Costa, CEO da Tatu Caju, valeu muito a pena estar entre grandes marcas do setor: “trouxemos de Pernambuco o que há de melhor em moda infantil para apresentar ao mundo. A feira foi uma importantíssima para nós, pois trocamos experiências com novos fornecedores, lojistas, atacadistas, distribuidores e importadores. Eu super indico que, quem quiser vir, não perca a oportunidade”.

Dados da 57ª FIT 0/16 – Na edição de 2024, a feira recebeu mais de 12 mil visitantes do Brasil e de outros dez países, que viram de perto a produção de mais de 300 marcas expositoras, em três dias de evento. Ao final, foram gerados mais de 44 milhões de reais em negócios.

ICETEC – ABRIL 2025

O Índice de Confiança do Empresário do Setor Têxtil e de Confecção (ICETEC) para o mês de março de 2025 registrou 66,53 pontos, tal valor está acima da linha de otimismo (50 pontos base).

Esse resultado reflete uma percepção positiva do setor, destacando o elevado nível de confiança entre os empresários. O valor está 7,1% acima do registrado no índice de março do ano de 2024.

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